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Vem aí mais uma Bienal de Arte e Cultura da UNE. A 4ª edição do evento, que já cravou seu espaço no circuito cultural brasileiro, promete ainda mais irreverência, criatividade e agitação. Desta vez, o palco desse grande espetáculo será a cidade de São Paulo, entre os dias 26 de fevereiro e 06 de março de 2005.
A 4ª Bienal da UNE traz uma importante novidade - ela vai extrapolar as fronteiras nacionais para integrar as experiências culturais da América Latina. É, a Bienal da UNE agora é internacional !!!! E São Paulo tem a cara dessa integração, dessa diversidade, dessa convergência de vários elementos, da convivência do diferente que sintetiza algo novo!
Escrito por Juliana às 15h16
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A Jornada de Caça aos Tubarões de Ensino já começou e está sacudindo o país numa grande onda de manifestações em várias universidades...
Nesta quinta-feira, 11 de novembro, os estudantes dos quatro campi da PUC Minas (Betim, Contagem, São Gabriel e Coração Eucarístico) realizaram uma manifestação para protestar contra o reajuste de 18% proposto pela Reitoria para o próximo ano.O ato acabou com a ocupação da reitoria pela presidente da UEE-MG e vice-presidente Minas da UNE, Luana Bonone, o presidente do DCE do Campus Coração Eucarístico, Silvio, o presidente do DCE Contagem, Lindomar e outros dois estudantes. Eles se acorrentaram e afirmam que não sairão do prédio enquanto o reitor não os receber e até que sejam atendidas as suas reivindicações e que ficariam, se preciso for, até a inviabilização do Vestibular da Instituição, que está previsto para o próximo final de semana.

Escrito por Juliana às 23h33
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Os meninos e o povo no poder
Com vitória acachapante, vice-presidente regional da UNE licenciada entra pra história como vereadora mais jovem de Porto Alegre
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O primeiro turno das eleições municipais já terminou em todo país, mas essa é pra comemorar até o ano que vem! Afinal não é todo dia que a luta dos estudantes alcança vitória tão expressiva. A conquista atende pelo nome de Manuela Dávila, vice-presidente regional da UNE no Rio Grande do Sul, eleita vereadora em Porto Alegre pelo PC do B, na coligação Frente Popular, que reuniu também o PT, PCB, PL, PSL, PMN e PTN.
Manuela é jornalista formada pela PUC-RS e estudante de ciências sociais da UFRGS. A guria foi eleita com mais de 9 mil votos, sendo a mulher mais votada nas eleições deste ano na cidade. Com apenas 22 anos e uma lista de serviços prestados à causa estudantil, Manuela entra para a célebre história da política riograndense como a mais jovem vereadora a ocupar uma vaga na câmara municipal da capital, sendo uma das vereadoras eleitas mais jovens do país.
Assédio da imprensa Desde a divulgação do resultado, o assédio da imprensa local não tem dado folga a nossa jovem vereadora. "Todos se interessam pela minha pouca idade, pelo trabalho na UNE e sobre como isso poderá ajudar na construção de um mandato voltado para os jovens", conta Manuela, que se licenciou da diretoria da entidade para se candidatar. "Apesar de serem campos de atuação diferentes, tudo o que aprendi na UNE, desde a importância construção de consensos, passando pela valorização da educação pública, terão grande valia no trabalho na Câmara Municipal", avalia. "A partir de hoje, iniciaremos o esforço para fazer jus a confiança e a responsabilidade que foi depositada em nossa candidatura".
Universidade em campanha Desde o início, a vitoriosa campanha esteve voltada para a juventude e para suas principais questões, tomando as ruas, praças, escolas e universidades de Porto Alegre. Manuela lembra dos inúmeros atos de campanha no Gasômetro (tradicional ponto cultural de Porto Alegre), no Parque da Redenção e na cidade baixa. Porém, um dos destaques da campanha foi a transformação da universidade num espaço privilegiado para a construção das propostas de mandato.
"O fator decisivo de nossa vitória foi a adesão dos jovens e do meio acadêmico, onde colhemos o apoio maciço de professores, estudantes, coordenadores de curso e reitores. Por onde passávamos, as pessoas falavam sobre a importância de uma jovem na Câmara, com um olhar voltado para nossos problemas e os nossos impasses", conta.
Principais bandeiras Entre as principais bandeiras levantadas na campanha, destacam-se a luta pela construção de Políticas Publicas para a Juventude; a ampliação do acesso à cultura; a regulamentação do estágio; a inclusão da disciplina "orientação sexual" na grade curricular das escolas municipais; a luta pela conquista do passe livre inter-municipal; a criação de centros de referência da juventude regionais, além da retomada do projeto Primeiro Emprego, interrompido pelo governo estadual.
Representação estudantil O presidente da UNE, Gustavo Petta, comemorou a vitória em Porto Alegre. "É muito importante a presença de jovens estudantes nas câmaras e nas assembléias. A democracia exige participação. Por isso, quanto mais os políticos forem sensíveis à luta estudantil, mais fortalecida sairá educação brasileira. Sou testemunha da garra e da determinação da Manuela. Sua eleição é motivo de grande orgulho para a UNE", afirma Petta.
Vida política e os Fóruns Mundiais Manuela iniciou-se na política através do movimento estudantil. Foi no 46º da UNE, realizado em Belo Horizonte, sua primeira grande experiência, quando foi delegada representando os alunos do curso de jornalismo. "Depois disso, me envolvi até a cabeça com os dilemas da universidade brasileira, inclusive na campanha da reforma universitária".
A vereadora eleita também participou ativamente da construção dos três primeiras edições do Fórum Social Mundial, realizados em Porto Alegre. "O movimento anti-globalização é um marco que ficará para as próximas gerações. Tenho orgulho de ter ajudado a construir essa história", conta Manuela.
Manuela lembra ainda que "por maior que seja a diversidade que nos caracteriza, a juventude se debate com problemas comuns, principalmente o fato de enfrentarmos um sistema injusto e excludente. Este será o nosso foco".
Bom trabalho, Manu ! Com você estão nossas melhores esperanças.
Por Vinícius Resende do estudantenet
Escrito por Juliana às 13h34
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UJS NA FESTA N.S. DA ABADIA
ISSO AÍ, MOÇADA!
A Festa da N. S. da Abadia, realizada entre os dias 1º e 15 de agosto, na praça da Igreja, contará com a presença da JUVENTUDE SOCIALISTA, que integrará a feira da maior festa popular e religiosa da cidade de Uberaba.
Com nossa barraca e materiais de divulgação de nossa organização e camisetas IRADAS do Che Guevara e da Nação Hip-Hop, faremos os 15 dias de feira, concentrando toda a moçada da UJS nesta integração com a população de nossa cidade.
A barraca da UJS na festa d'Abadia será o ponto de encontro da Juventude. Prometendo de Hip-Hop a Sarau de Poesia.
No dia 07, sábado, às 14h faremos uma grande plenária dos estudantes secundaristas em nossa barraca.
A plenária dos estudantes definirá uma agenda de participação e mobilização da moçada secundarista no mês em que se comemora o dia do Estudante.
Contamos com participação de todos.
Saudações Socialistas!
A direção.
Escrito por Mariana - Dir. de Comunicação às 16h05
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Um outro lado da avaliação dos professores no Enem
A matéria "Aluno aprende mal, mas aprova professor", da Folha de S. Paulo do dia 19/07 apresenta dados interessantes com relação à avaliação que os alunos fazem de seus professores e seu rendimento no Enem. Em linhas gerais, a matéria mostra que, para os estudantes, a qualidade de seus professores é uma quase unanimidade (90,19% de aprovação), apesar das difíceis condições de trabalho desses profissionais. A visão da Folha procura atribuir esse resultado a uma questão afetiva da relação professor-estudante, o que, sem um aprofundamento maior , parece uma simplificação grosseira e irresponsável, por atribuir a um fator psicológico uma importância desmedida. E, ainda, a reportagem procura jogar sobre os professores toda a responsabilidade do processo educacional, o que, no mínimo, é uma temeridade.
O trabalho realizado Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), responsável pela centralização e cruzamento dos dados da pesquisa e dos resultados do Enem, foi louvável pela extensão e profundidade neste Enem de 2003, pois trata desde questões sócio-econômicas de cada estudante, seus interesses e particularidades, bem como procura avaliar a influência da estrutura da escola e das atividades extra-curriculares no desempenho dos estudantes. Nos resultados do ano de 2003, aparentemente a única grande "surpresa" é essa avaliação tão positiva do professorado. Os demais quesitos, como qualidade dos laboratórios e bibliotecas, acesso a novas tecnologias, atividades extra-curriculares e renda familiar, entre outros, influem positivamente nos resultados das provas de conhecimentos gerais e na redação.
Nesse sentido, podemos pensar (e aí, divergindo completamente da visão da Folha) que os professores não são o maior problema do ensino médio no Brasil. Pelo contrário. São quase os únicos responsáveis por qualquer bom desempenho que se possa apresentar, se mantido o atual estado de coisas na nossa educação pública. Uma verdadeira legião de abnegados, heróis da resistência. Só para nos atermos a alguns resultados do trabalho, vemos que, quanto maior a participação em atividades extra-curriculares (cursos de língua estrangeira, informática, atividades artísticas, esportes), melhor o desempenho. O mesmo se vê com relação ao hábito da leitura. No item aspectos da escola (bibliotecas, laboratórios, segurança, feira de ciências, excursões e outros recursos pedagógicos), vemos, segundo o relatório, "uma maior qualidade da escola, no que diz respeito às atividades extras, às instalações físicas e aos recursos pedagógicos, leva a um maior desempenho no exame." Disso podemos apreender que os estudantes têm procurado fora da escola a complementação da educação e, quando a escola procura suprir essas demandas os resultados são excelentes. Podemos entender também que os estudantes reconhecem o esforço e a dedicação de seus mestres, apesar de todas as debilidades da nossa escola, carente, na maioria dos casos, desses recursos.
Do ponto de vista histórico, estudantes e professores são vítimas de um processo de expansão do ensino médio público que não se pautou pela manutenção da qualidade que um dia existiu. Em sentido contrário, os vários governos passados privilegiaram as instituições particulares como centros de excelência educacional, o que exclui quase 2/3 dos estudantes da boa educação. Reverter essa situação passa pela criação de uma política de Estado de valorização da escola pública, que valorize também o professorado (com melhores condições de trabalho, formação e compensação salarial destes profissionais que têm "segurado a onda"), passa por uma melhor estrutura física, pela utilização de novos e mais eficientes recursos pedagógicos e que, antes de tudo, tenha uma gestão democrática, que respeite a opinião e a organização dos estudantes. Enfim, criar uma nova escola.
Relatório final do Enem - www.inep.gov.br
Matéria da Folha - www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u15784.shtml
Cartilha da Nova Escola da Ubes
Escrito por Diego às 10h29
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Para estimular o debate sobre o passe-livre em Uberaba
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Democracia, luta e transporte público | |
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O maior período de regime democrático da história republicana proporciona um ambiente de intensa democracia e protagonismo das massas populares. Um extraordinário movimento surge nas grandes cidades do país, amparado por causas justas, objetivas ou simples, como por exemplo o direito ao transporte público. A temática do transporte ganhou tanta relevância que capitais como Salvador, Rio de Janeiro e Florianópolis chegaram a viver momentos históricos, de enormes mobilizações sociais.
A Ilha de Santa Catarina, cidade de Florianópolis, reviveu momentos históricos como a "Novembrada", episódio de protestos da população contra a Ditadura Militar, que aconteceu em 30 de novembro de 1979 na ocasião da visita do Presidente Figueiredo à Florianópolis e mostrou a vontade do povo contra a ditadura. A população florianopolitana repetiu fatos ocorridos em outras Capitais do país: A revolta popular! O motivo, que transformou as ruas da cidade em palco de grandes embates, foi o aumento abusivo das tarifas do transporte coletivo. A radicalidade e a ampla adesão da população nas manifestações que ganharam a participação de mais de 15 mil pessoas nos protestos e amplo apoio nos bairros, parou a cidade no dia 8/7, em plena quinta-feira, com os decretos expedidos pelos Governos Estadual e Municipal, suspendendo o expediente nas repartições públicas e deixando sem aula mais de 80 mil estudantes, seguido da determinação das Câmaras Lojistas de fechar o comércio. Após 10 dias de manifestações públicas, e a despeito dos interesses da elite econômica da cidade, Florianópolis parou, com a vitoriosa conquista da redução das tarifas dos ônibus através de Medida Judicial concedida pela Justiça Federal a pedido da Ordem dos Advogados do Brasil, para comemorar a vitória do povo, amparada pelo Direito, contra a Prefeitura Municipal e os Donos das Empresas de ônibus.
Os setores reacionários e conservadores da sociedade florianopolitana, utilizando-se de todos os expedientes autoritários disponíveis tentaram marginalizar, criminalizar e desmoralizar o movimento justo, pacífico e independente protagonizado por milhares de cidadãos e cidadãs da Capital catarinense. As calúnias e difamações, a campanha anti-comunista, as afirmações advindas destes setores de que o movimento social e popular era baderneiro, partidário-eleitoreiro e promovido pelo "turismo revolucionário" etc foi completamente desmentido pelos fatos e pela história, que ensinou uma lição democrática do exercício da cidadania e da confirmação de que o poder emana do povo.
As manifestações de Florianópolis estão relacionadas com a grave crise do Sistema de Transporte no país, que trás conseqüências dramáticas, uma delas são as altas tarifas. Para se ter uma idéia do impacto desta crise, apenas 27% das pessoas pobres pertencentes às classes "D" e "E" andam de ônibus, a ampla maioria utiliza como meio de transporte os próprios pés, sendo que esse é o principal meio de locomoção para 44% dos brasileiros. Os dados são de pesquisa do Ministério das Cidades que em seu site na Internet divulga que da composição da frota nacional em circulação de 30 milhões de veículos que a compõem, 25 milhões são automóveis e apenas 115 mil são ônibus. Sendo que a rotina de congestionamentos, sobretudo nas ruas das maiores regiões metropolitanas, têm aumentado o tempo gasto em deslocamentos e a poluição atmosférica. Os prejuízos anuais decorrentes de congestionamentos são estimados em, no mínimo, R$ 500 milhões.
A crise do Sistema de Transporte é nacional e política, fundamentalmente pela escassez de investimentos no transporte público estatal, pela adoção de modelos inadequados, pela baixa capacitação gerencial do setor privado que responde por 95% das Empresas de transporte coletivo do país. O modelo de transporte público a ser debatido pela sociedade deve levar em conta muitos fatores, entre os quais um cenário de progresso social e econômico que levará a um colapso da mobilidade urbana, se não revertido os enormes problemas no transporte coletivo.
Está aberto o debate para essa questão estratégica para o futuro do país, cabendo aprendermos as lições da história que nos ensinam que a participação popular é fundamental para qualquer projeto público, sendo que a Prefeitura de Florianópolis deve abrir suas portas para a população opinar sobre os destinos da Administração Pública, para fazer da energia dos jovens e da força do povo os elementos fundamentais para o progresso social, o desenvolvimento sustentável e a construção de uma cidade com os olhos no futuro e na luta do dia a dia. |
Vinícius Puhl, Natural do Rio Grande do Sul. Diretor da UBES - 1995/1997. Diretor Nacional e Presidente da UJS/RS 1997/2002. Presidente do Sintratel/RS 1999/2002. Presidente da UJS/SC 2002/2003. É Membro do Secretariado da Comissão Política Estadual do PC do B de Santa Catarina
Escrito por Diego às 13h04
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SBPC debaterá reforma universitária, células-tronco e biossegurança
Amanhã, domingo, começa a 56ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência (SBPC), considerada a maior reunião científica do hemisfério sul, em Cuiabá, Mato Grosso. Durante seis dias, cerca de 10 mil participantes estarão discutindo os rumos da pesquisa brasileira, no encontro que tem como tema central "Ciência na fronteira: ética do conhecimento".
"A programação da reunião é muito aderente ao pluralismo de problemas que precisamos enfrentar", explica Ennio Candotti, presidente da SBPC. Um exemplo é a questão da água, seja da Amazônia ou do Pantanal, que será uma das discussões em pauta. "Teremos também a questão da reforma universitária, da biossegurança, do uso das células-tronco e das políticas científica e industrial", disse.
Nesse último ponto, segundo Candotti, se não houver uma sinergia entre as duas políticas, dificilmente haverá um avanço no setor. "Não podemos deixar também de discutir a questão da política científica e de como ela está sendo incorporada pelo governo". Para o presidente da SBPC, a questão indígena, por sugestão da Associação Brasileira de Antropologia, também merecerá atenção especial, "assim como as questões raciais em geral".
Segundo Candotti, o atual momento da ciência brasileira é crucial em termos de tomada de decisão. "As oportunidades que se abrem são enormes. Não podemos deixar de discutir isso e perceber quais são os melhores caminhos".
Apesar do pluralismo e das discussões políticas e econômicas que sempre atravessam as sessões das reuniões anuais, Candotti faz questão de frisar que o encontro também tem uma importância científica robusta. "Esse ano serão apresentados 3 mil trabalhos. A questão científica, como não podia deixar de ser, é um dos pilares da SBPC e estará presente em todas as sessões".
Para organizar o pluralismo científico, cinco grandes temas foram definidos pelos organizadores: "Desenvolvimento científico e tecnológico no Brasil"; "Pantanal e o desenvolvimento regional", "Diversidade sociocultural e o estado nacional", "Ciência na fronteira" e "Universidade brasileira". É a primeira vez que a tradicional reunião será realizada em Cuiabá, que está se preparando há vários meses para receber os participantes.
Apesar de ser uma sociedade nacional, as reuniões anuais da SBPC, realizadas desde 1949, concentraram-se mais, ao longo do tempo, na região Sudeste. Até hoje, metade dos encontros ocorreu em apenas quatro estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Esta será a quinta reunião na região Centro-Oeste. As outras foram em Goiânia (2002) e em Brasília (2000, 1987 e 1976). Em termos regionais, a distribuição se completa com 12 no Nordeste, 10 no Sul e uma única no Norte, realizada em Belém, em 1983.
A programação oficial da 56ª Reunião Anual da SBPC, inclusive com os eventos paralelos como a SBPC Jovem, a SBPC Cultural e a SBPC Indígena está no site do evento: www.sbpcnet.org.br/eventos/56ra
Escrito por Diego às 12h58
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Mineiros também marcham por mudanças na política econômica
“A esperança vai vencer o medo, o Pallocci vai perder o seu emprego”. Esta foi a frase que unificou a passeata de centenas de militantes que percorreu as ruas de Belo Horizonte no dia nacional de luta contra a política econômica. A atividade foi organizada pela Coordenação dos Movimentos Sociais, que em Minas tem a frente a CUT, o MST, a UEE, a UCMG, a CONAM, a CMP e outras entidades. Para o presidente da CUT estadual, José Lacerda, conhecido como Jota, a passeata foi um importante começo da campanha que pretende cadastrar os desempregados e será entregue ao presidente Lula em setembro. O secretário-geral da entidade, Paulinho Febem, lembrou que a CMS também está colhendo assinaturas em defesa da redução da jornada de trabalho, tema que tem projeto de autoria dos parlamentares Paulo Paim e Inácio Arruda e tramita no Congresso Nacional.
A manifestação saiu da Praça da Assembléia, onde militantes estiveram acampados desde a quinta-feira realizando debates sobre os temas das reivindicações. O primeiro ponto de parada foi a sede do Banco Central, sendo realizado uma lavagem simbólica que representou a luta pela mudança na política econômica. Após, os participantes marcharam para o Palácio da Liberdade, sede do governo estadual. Dali, caminharam até a Praça Sete, onde foi encerrado com intervenções dos representantes das entidades.
Para o diretor da executiva nacional da CUT, Gilson Reis, os trabalhadores saíram as ruas de todo o país, porque a atual política econômica tem causado desemprego e impedido o Estado de implementar políticas públicas de cunho social. “Aplicando 1/3 do orçamento em juros da dívida não chegaremos a lugar nenhum”. O sindicalista criticou a euforia que tem sido apresentada com os a pequena reação dos números da economia brasileira. “O crescimento apresentado é concentrado no chamado agrobusiness, que é concentrador de renda. No último período foram criados 5 mil milionários e 7 milhões de desempregados, enquanto o PIB evolui 3,5% o consumo interno cresceu apenas 0,7%”.
O diretor do MST estadual e morador do acampamento Ho Chi Min, Diego Figueira, comentou que a sua organização está bastante envolvida no cadastramento dos desempregados. O sem-terra reclamou da lentidão que o governo federal tem tocado a reforma agrária. Para ele, “esta seria uma grande oportunidade não só de resolver esta antiga demanda social, como também de criar milhares de empregos”.
Os jovens, que eram a grande maioria da passeata, levaram a reivindicação do primeiro emprego e da reforma universitária. A presidente da União Colegial de Minas Gerais, Viviene Adriana, disse que o projeto de reforma que está sendo elaborado pelo Ministério da Educação tem que tratar da questão do acesso. “Temos milhões de jovens excluídos, por isso o acesso tem que ser democratizado. Isto não quer dizer apenas a criação de reservas e cotas de vagas, mas principalmente um aumento do investimento para criação de novas vagas.”
De Belo Horizonte, Kerison Lopes
www.vermelho.org.br
Escrito por Diego às 12h55
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Em São Paulo, 5 mil pedem mudanças de rumo na economia
O dia 16 de julho foi de luta para os movimentos sociais em São Paulo. Convocada pela CUT, que lançou campanha salarial unificada, e pelo conjunto das entidades da Coordenação dos Movimentos Sociais (UNE, MST, CMP, Conam), a manifestação de ontem na avenida Paulista fez parte da Jornada Nacional que mobilizou trabalhadores, estudantes, sem-terra e sem teto de todo o país. O ato — iniciado dias antes com um acampamento de desempregados no MASP — pediu mudanças na política econômica do governo Lula, crescimento econômico com geração de empregos e distribuição de renda.
A passeata de 5 mil pessoas começou na Praça Oswaldo Cruz, percorreu a Paulista até o prédio da Fiesp, onde se juntou à mobilização dos Metalúrgicos do ABC e chegou até a frente do Banco Central, onde uma grande vaia a Henrique Meireles, presidente do Banco, sinalizava o anseio dos manifestantes por uma outra política macro-econômica.
O vice-presidente nacional da CUT e candidato a vereador pelo PCdoB de São Paulo, Wagner Gomes, declarou que “o 16 de julho é um dia de luta, mostra o movimento sindical nas ruas pedindo emprego e com Lula pelas mudanças”. O Secretário-Geral da CUT-SP, Joãozinho, diz que “a mobilização foi uma feliz junção do movimento sindical e popular, organizada pela CMS. Queremos o fim das horas-extras, redução da jornada, da taxa de juros e aumento do consumo no mercado interno”.
Em meio às muitas bandeiras vermelhas com a legenda 65, o deputado federal do PCdoB-SP, Jamil Murad, presente no ato, foi enfático ao dizer: “O desenvolvimento do Brasil, a Conquista de uma política de desenvolvimento sustentável, com emprego e distribuição de renda depende da participação do povo através de manifestações como essa. Tanto na vitória de Lula como na luta pela democracia econômica, só no parlamento é impossível se obter conquistas. A grande mudança vem é da participação do povo nas ruas”.
Benito Vasques, Comissão de Comunicação do PCdoB-SP
Escrito por Diego às 12h52
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Movimentos sociais realizam hoje dia de lutas por mudanças na economia
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) programou para hoje o "Dia Nacional de Lutas e Mobilizações Por Mudanças na Política Econômica", evento que mobiliza todas as direções — nacional e estaduais — da central sindical e que tem como principais reivindicações a retomada do crescimento, com geração de emprego e distribuição de renda. A central pretende aproveitar a mobilização também para iniciar as ações da campanha salarial unificada. Segundo o Núcleo de Negociações Coletivas, várias categorias estão em plena campanha. Os bancários, por exemplo, já entregaram minuta das reivindicações ao patronato e os petroleiros têm greve marcada. O caso dos servidores federais, estaduais e municipais é diferente. A grande maioria, com data base no primeiro semestre, continua com suas campanhas em aberto pela falta de negociação e propostas.
As mobilizações serão construídas em conjunto com as Entidades da Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), que possuem um calendário de lutas com o tema “O Brasil Quer Trabalhar”.
Em São Paulo, os preparativos já começaram na manhã de ontem, no vão livre do Masp, na Avenida Paulista, onde representantes da central, liderados pelo secretário nacional de Comunicação da CUT, Antonio Carlos Spis, montaram um acampamento em frente ao prédio do Banco Central. À tarde, eles realizaram uma caminhada até as secretarias municipal e estadual de Transportes para reivindicar passagens gratuitas para desempregados.
Hoje, enquanto Spis estará às 6 horas no "acampamento", o presidente nacional da CUT, Luiz Marinho, e o secretário-geral da central, João Felício, estarão, a partir das 10 horas, na Praça Oswaldo Cruz, onde os sindicalistas se concentram para sair em caminhada pela Avenida Paulista. Às 11 horas, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), acontece a entrega de minuta de reivindicação da Campanha Salarial Unificada do setor metalúrgico e químico. Em seguida, os sindicalistas caminham até a sede paulistana do Banco Central, onde termina o ato público.
Demais regiões
A manifestação também acontecerá nas principais capitais do País, com destaque para Brasília, onde haverá ato público, às 10h, na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Ministério da Fazenda, com participação de deputados distritais e federais, várias entidades de movimentos sociais e estudantis, além de lideranças sindicais e os mais de 30 sindicatos filiados à CUT-DF. No Rio de Janeiro, trabalhadores vão se encontrar às 14 horas, em frente à sede da Petrobras, para caminhar até a Cinelândia.
Além da geração de emprego e da melhor distribuição de renda, as entidades que integram a CMS reivindicam a manutenção e ampliação dos direitos trabalhistas, a redução das taxas de juros, redução da jornada de trabalho sem redução de salários, serviços públicos de qualidade, uma nova estrutura sindical, aumento real de salário, reforma agrária. Também ratifica a posição contrária à Área de Livre Comércio das Américas (Alca) à renovação dos acordos do Brasil com o Fundo Monetário Internacional (FMI).
► MINAS GERAIS Barraquinha na Praça Sete para mobilizar a população e para colher assinaturas em um abaixo assinado, em favor da redução da jornada de trabalho, sem redução de salários. Além disso, haverá ato público no mesmo local, com concentração a partir das 15h. As diversas categorias de trabalhadores sairão de pontos diferentes da cidade, se juntando na Praça. Servidores públicos estaduais, em campanha salarial, farão uma caminhada até o Palácio da Liberdade, sede do governo do Estado. Também nesta sexta-feira, um grupo de mulheres irá promover um protesto diferente, se acorrentado no "pirulito" da Praça Sete, em protesto ao desemprego que atinge parcela considerável das mulheres trabalhadoras.
Fonte: CUT
Escrito por Diego às 12h09
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Seminário do CEMJ começa hoje em SP com grandes expectativas
Hoje tem início o Seminário "Juventude, Cultura e Políticas Públicas" promovido pelo Centro de Estudos e Memória da Juventude (CEMJ) com o apoio do Ministério da Cultura (MinC) e da Fundação Bienal de São Paulo. O evento, que tem caráter teórico e político, reunirá as principais opiniões sobre o tema juventude. O seminário acontece até este domingo (18), no auditório do Museu de Arte Moderna (MAM) no Parque do Ibirapuera.
Segundo Danilo Moreira, secretário de políticas públicas do CEMJ, o seminário acontece em um momento especialmente importante, quando os principais debates já aconteceram na Câmara dos Deputados, no Grupo interministerial criado pelo governo Lula e entre as organizações sociais. Por telefone, ele explicou ao Vermelho que “o seminário será importante porque irá fazer uma leitura crítica sob uma perspectiva marxista. Por isso nós planejamos a apresentação das experiências de Cuba, Venezuela e outros países. Esse debate tem como pano de fundo questões mais estruturais, de modelo de sociedade, de combate ao neoliberalismo". Por esse mesmo motivo, "o Seminário não irá dar todas as respostas, mas certamente surgirão os caminhos”, afirma.
Na última terça-feira (13), a Comissão de Juventude da Câmara dos Deputados concluiu seus trabalhos de pouco mais de um ano de elaboração sobre o tema. Depois de ter realizado várias audiências públicas com especialistas e dois grandes eventos com ampla participação juvenil — a Semana da Juventude e a Conferência Nacional de Juventude —, a Comissão aprovou um relatório em que propõe ao governo a criação de um Conselho Nacional de Juventude. Além disso, também indica a necessidade de uma Secretaria, ligada à Presidência da República, de políticas públicas para a juventude.
Nesse processo de elaboração, o CEMJ contribuiu com o seu acúmulo no acompanhamento do movimento estudantil, “com relação a educação, cultura e trabalho” destaca o secretário. Mas foi no tema participação que o Centro se destacou mais. “É uma questão central porque era um quesito importante e que era muito pouco debatido. Nós apontamos a necessidade de se dar força e ênfase à participação dos jovens”, explica. “Existiam posições extremadas. E nós sinalizamos que é preciso valorizar a participação política de maneira ampla, nos movimentos, sindicatos, nas ONGs e nos partidos políticos. O movimento não está superado. Ele tem uma história, uma tradição política. Existem fórmulas novas de participação. Às vezes um cara é de uma ONG e é de um partido político. É de um grêmio e tem uma banda de rock. Essa tentativa de diferenciar uma coisa da outra não vale no Brasil nem na América Latina. O Fórum Social Brasileiro mostrou isso. Muita participação dos partidos, dos movimentos sociais e elevado nível de convivência”.
Danilo explica que políticas públicas para a juventude nunca havia sido prioridade política. Foi há cerca de um ano que o governo federal sinalizou que iria iniciar um processo de elaboração. “A partir daí, os atores começaram a se mexer. Surgiu o Instituto Cidadania, o próprio governo criou um grupo interministerial (que funcionou até este ano). Deu um estímulo maior para o debate porque uniu a necessidade concreta com uma força política que tem esse interesse no governo federal”.
Segundo o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da Republica, Luiz Dulci, o governo se posicionará sobre o tema até o final de julho.
Para participar do Seminário "Juventude, Cultura e Políticas Públicas" entre em contato com o telefone 11 – 5574-5922 (ramal 207) com Aline Amorim. O evento acontece no auditório do Museu de Arte Moderna (MAM) no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.
Escrito por Diego às 12h03
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Se eu fosse venezuelano votava Chávez! Participe do Abaixo-Assinado...
| Fernando Morais e Dom Balduíno entregarão manifesto de apoio a Chávez |
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Se fôssemos venezuelanos, votaríamos em Hugo Chávez. Essa é a afirmação das dezenas de brasileiros que estão assinando o manifesto de apoio à Revolução Bolivariana organizado pelo Comitê de apoio ao povo venezuelano. O documento será entregue pessoalmente ao presidente Hugo Chávez pelo escritor e jornalista Fernando Morais e por Dom Tomás Balduíno, da Comissão Pastoral da Terra, que irão ao país e devem acompanhar como observadores internacionais o referendo presidencial solicitado pela oposição.
O Comitê, que é constituído pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e o Partido dos Trabalhadores (PT) entre outras organizações, também está organizando um ato de solidariedade a Chávez no Consulado da Venezuela em São Paulo no dia 11 de agosto, que será seguido de uma vigília diante do Consulado dos Estados Unidos no dia 13.
Pesquisas recentes apontam que 70% dos venezuelanos irão dizer "não" no dia 15 de agosto, o que significa que eles não querem que Chávez saia da Presidência. Entretanto, um dos principais líderes da oposição, Gustavo Cisneros, magnata das comunicações no país e um dos articuladores do golpe de Estado de 2002, sustenta uma campanha ofensiva contrária ao governo na imprensa venezuelana e internacional. A campanha da oposição é apoiada, principalmente financeiramente, pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos através da fundação “National Endowment for Democracy” (NED), criada em 1983 com o objetivo de “fortalecer as instituições democráticas no mundo”, e que recebe fundos governamentais e privados.
Leia a íntegra do Manifesto em apoio à Hugo Chávez: Se fôssemos venezuelanos, votaríamos em Hugo Chávez
Os brasileiros que assinam este manifesto querem expressar sua solidariedade à luta que vêm livrando o presidente Hugo Chávez e o povo venezuelano pelo direito de decidir seu destino. Ao mesmo tempo, denunciam a manipulação dos fatos orquestrada por grandes monopólios de comunicação para pintar como tirano um governante que cumpre à risca a Lei e a Constituição.
Hugo Chávez foi o vencedor de eleições democráticas, em dezembro de 1998. Cumprindo o que prometera em campanha, desde então vem realizando profundas transformações no sistema político, econômico e social de um país há séculos dominado por oligarquias. Levar a cabo essas mudanças transformou o presidente Chávez em alvo de uma guerra sem tréguas, movida por minorias políticas e econômicas da Venezuela, com o apoio declarado de grandes corporações empresariais e financeiras do exterior.
Somos testemunhas de seu compromisso com a defesa dos interesses populares e a determinação de aplicar a Constituição de 1999, construída pelo mais amplo processo democrático. A nova Carta venezuelana prevê o dispositivo constitucional do referendo revogatório, marcado para o próximo dia 15 de agosto, instrumento inédito em nosso Continente, ao qual poucos governantes teriam a coragem de se submeter, como fez o presidente Hugo Chávez.
A democracia foi reforçada, e agora os mesmos setores que já recorreram ao golpe, à sabotagem, ao nocaute e à mentira para tentar derrotar o presidente Chávez vêem-se obrigados a aceitar os marcos da luta institucional.
Estamos certos de que no próximo dia 15 de agosto o povo venezuelano será vitorioso e construirá uma pátria livre e justa, a pátria com que sonhou Simón Bolívar.
Por tudo isso, estamos aqui para reafirmar: no dia 15 de agosto, se fôssemos venezuelanos votaríamos em Hugo Chávez.
Brasil, julho de 2004.
Afonso Borges, produtor cultural Aldo Lins e Silva, jurista, Conselheiro da República Aline Sasahara, documentarista Almino Afonso, ex-ministro, Conselheiro da República Antonio Candido, escritor Argemiro Ferreira, jornalista Augusto Boal, teatrólogo Ayrton Centeno, jornalista e cineasta Beth Carvalho, cantora Carlos Heitor Cony, escritor, membro da Academia Brasileira de Letras Carlos Mares, procurador do Estado César Callegari, sociólogo, membro Conselho Nacional de Educação Chico Whitaker, arquiteto, da comissão internacional do FSM Cláudio Kahns, cineasta Consuelo de Castro, dramaturga e publicitária Dom Tomás Balduíno, bispo, presidente da Comissão Pastoral da Terra Domingos de Oliveira, cineasta Emir Sader, sociólogo Eric Nepomuceno, escritor Fábio Konder Comparato, jurista Fernando Morais, escritor e jornalista Frei João Xerri,op, religioso, prior da Ordem dos Dominicanos Gaudêncio Frigotto, pedagogo Guilherme Fontes, cineasta Itala Nandi, atriz João Batista de Andrade, cineasta João Pedro Stedile, direção nacional MST João Ubaldo Ribeiro, escritor, membro da Academia Brasileira de Letras Jose Carlos de Assis, economista. José Luís Fiori, cientista político José Sette de Barros, cineasta Juca Kfouri, jornalista Ludmila Ferolla, cineasta Luis Carlos Facchin, jurista Marcelo Lavenere, jurista, ex-presidente da OAB Maurício Arruda, roteirista Nita Freire, pedagoga Oscar Niemeyer, arquiteto Pastor Ariovaldo Ramos, igreja cristã reformada Plínio de Arruda Sampaio, consultor da FAO Ricardo Antunes, escritor, professor Unicamp Ricardo Ohtake, arquiteto Rui Portanova, desembargador, TJ-RS Sérgio Ferolla, brigadeiro-do-ar, ex-ministro do STM Teotônio dos Santos, sociólogo Tizuka Iamazaki, cineasta Yamandu Costa, violonista
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Escrito por Diego às 11h52
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UBES lança campanha pela reunificação do ensino técnico com formação geral
| educação |
| UBES lança campanha pela reunificação do ensino técnico com formação geral |
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Por Marcelo Gavião*
A União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES) relançará, durante o 8º Encontro Nacional de Escolas Técnicas (ENET), que acontecerá entre 19 e 21 de julho de 2004, em Cuiabá (MT), a campanha "Queremos Mais que Apertar Parafusos!". Essa é mais uma iniciativa da entidade, que busca reforçar a luta pela reunificação do Ensino Técnico com a Formação Geral, desvinculada em 1997, através do decreto 2208, de FHC e Paulo Renato, num verdadeiro golpe à toda educação em nosso país.
A reforma do ensino técnico, implementada no período neoliberal, não privilegiou a formação crítica do estudante como criador e transformador de cada processo, além de não possuir perspectiva de desenvolvimento tecnológico para o Brasil, priorizando o setor privado.
O anúncio, por parte do Ministério da Educação, da possível queda do decreto 2208/1997, é mais uma vitória da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, que há muito tempo luta pelo seu fim.
Este ponto é um dos mais importantes da proposta da UBES de Reforma da Educação Básica (Nova Escola), e sua materialização é um bom sinal de que teremos o ensino profissionalizante pelo qual nós sempre lutamos, mobilizando milhares de estudantes durante toda a nossa história, e comprometido com um projeto de desenvolvimento nacional soberano e independente.
Nossa campanha tem a tarefa de realizar um grande debate educacional em torno do papel que deve cumprir o ensino profissionalizante nesse novo contexto em nosso país. Nossa primeira grande batalha, dessa nova fase da luta, será a construção, no dia 11 de agosto (Dia do Estudante), de uma grande Jornada Nacional de Lutas: "Todos a Brasília".
Nesta data ocuparemos as ruas da capital nacional por: - Mais Verbas para a Educação; - Reserva de Vagas; - Pela Revogação do Decreto 2208/97.
* Presidente da UBES |
Escrito por Mariana - Dir. de Comunicação às 23h40
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Hip-hop ganha mais força e representatividade entre os socialistas - Juliana Castejon
O 12º Congresso Nacional da UJS elevou mais uma vez o patamar de discussão sobre o movimento HIP-HOP entre os jovens socialistas.
A filiação do líder do grupo Face da Morte, Aliado G, e sua incorporação à direção nacional da UJS representa um grande passo na organização dos socialistas na frente do maior movimento organizado da periferia no nosso país.
O debate nessa frente hoje é pautado dentro da UJS principalmente pela organização da entidade nacional do HIP-HOP a Nação HIP-HOP Brasil, “uma entidade de dimensão nacional que organiza o movimento Hip -hop e tange a participação social dos seus desenvolvedores, observando a diversidade ampla e a pluralidade de idéias a Nação Hip-hop Brasil é composta por pessoas que mesmo atingindo um patamar de destaque e dispondo de condições estruturais consideráveis mantiveram a resistência e o compromisso de continuarem fazendo o Hip-hop voltado para o bem comum”*
A Nação HIP-HOP Brasil vem para integrar os grupos de hip-hop de todo Brasil numa discussão afinada sobre as periferias do nosso país respeitando o trabalho individual dos grupos.”Seremos cada dia mais e mais, somos todos um cada um do seu jeito, desse jeito: tipo os versos de Castro Alves, seremos as armas de Zumbi, ligeiros como Malcom X, teremos a determinação dos Blak Panters, com a ternura do Che, o sorriso do Zezé Mota, a sensibilidade de Aleijadinho, a brasilidade de Chico Science e Luiz Gonzaga, saídas do livro de Darci Ribeiro essa é minha Nação descansaremos em breve depois da revolução” *.
* editorial do Iº edição do jornal A Nação.
‘Todo movimento popular para poder de fato aderir a luta do povo precisa se organizar e o intuito da nação é organizar a juventude consciente do país que hoje acima de tudo se expressa através do hip-hop.”renegado, MC do grupo NUC Minas gerais
Escrito por Mariana - Dir. de Comunicação às 00h36
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Coligações garantem mais tempo na TV

O candidato a prefeito de Uberaba Anderson Adauto, do PL, terá maior tempo de propaganda eleitoral gratuita nas emissoras de rádio e de televisão que começa no dia 17 de agosto, em face do grande número de coligações fechadas. Cada sigla da coligação de 18 partidos rendeu preciosos segundos ao candidato, segundo levantamento preliminar realizado pelo Jornal da Manhã.
A Legislação Eleitoral prevê a distribuição de 20 minutos da 1 hora diária de programa para cada um dos candidatos a prefeito, cujos partidos tenham representatividade na Câmara dos Deputados. Entretanto, o caso de Uberaba é atípico porque o PSTU de Adriano Espíndola não tem deputado federal. Neste caso, a lei prevê que o candidato do partido sem representação terá direito à metade do tempo, dividido pelo número de candidatos.
Fonte: www.jmonline.com.br
Escrito por Mariana às 14h39
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